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segunda-feira, 11 de junho de 2012

discos:



dos discos que tenho ouvido cito, ainda que en passant, estes: (01) arrocha do curumin, disponível no soundcloud (ó) é um deleite só. o cantor, compositor e multi-instrumentista aprimorou o que já era poderoso: suingues que unem samba + hip-hop + afrobeat + funk a melodias redondas vestidas com synths e programações. | (02) outra beleza, master of my make-believe, da cantora santigold, vem da américa do norte, mas tem um pé na áfrica, seja via a europa dos produtores buraka som sistema ou via os americanos (e também produtores) diplo e david sitek (tv on the radio). recorte de tudo, grande parte da potência do novo da moça está na mescla. sempre dançante, que fique claro. | (03) in our heads é daqueles discos que ganham nossos ouvidos de primeira. principalmente se eles forem como os meus, que amam sintetizadores e batidas dançantes mescladas com uma certa melancolia pop... palmas para o hot chip que continua relevante | (04) quando rui mingas lançou áfrica negra, em 1969, ainda não devia imaginar que no futuro seria ministro e embaixador de angola. e daí?! esse seu trabalho já conseguia, desde então, ser um tratado que amalgama várias das nuances e possibilidades da cultura do seu torrão natal. um cartão de visita político, espécie de tradução poderosa de uma cultura complexa. vale cada segundo. | (05) de fôlego, o début, de filipe catto não há muito o que se dizer além de que é emocionante e nos ganha aos poucos. lindo. como já supunha em 2010 (aqui).



quinta-feira, 29 de março de 2012

quero festa ("ói o bonde"):



minhas minúsculas, acompanhando o que vem por aí, novo disco, novo show, também passa por mudanças. aproveito e posto uns fragmentos que dizem muito sobre o que tem me interessado e devem nortear esse espaço nos próximos meses: festa & poesia. se apolo já andou por aqui, vai ficar cada vez mais longe. dionísio, por sua vez, está cada vez mais em casa. 


viva o hedonismo cínico. viva (meu mestre) sidnei cruz, que mesmo apolínio, me ensinou (provavelmente sem querer) quem eu sou: um artista do corpo, do(s) vinho(s), do sexo. a orgia como religião. pode parecer falácia, efeito. não é. 


um lindo vídeo da grande santigold, que vem aí com um aguardado álbum novo (produzido pelo meu grupo preferido desde 2009: BURAKA SOM SISTEMA). um poema que juliano malinverni fez sobre o bonde a partir de uma música de raúl seixas. são essas as notícias por hoje. 


(foto de ariel homem)



"Bonde das Onze" 

Ói, 
Ói o Bonde, 
Passeando, zanzando 
E ninguém mais sabe pra onde. 
Ói, 
Já é vem, 
Já vem estranhamente marcada de Gilberto e Ben. 
Vem de Buraka e frio do sul. 
(A gente aqui não tem Raul) 
Vem da África e da China De Miami e do Canadá 
Vem de volta feito Luíza Dionísio deve aprovar. 
(E o Pará?) 

Ói, 
Ói o Bonde, 
Passeando, zanzando 
E ninguém mais sabe pra onde. 
Ói, Já é vem. 
Vem do Rio, de Taiwan, Do High Techm do Old School e do Zen. 
Vem de Berlim, do Paraguai. 
Mas ninguém sabe pra onde vai. 
Vem do Re, do Requebra sim. vem do pó de falar, rir de mim. 
Vem de volta feito Luíza Dionísio até o fim.
(Vem ni mim?)

domingo, 15 de janeiro de 2012

discos, discos, discos:


01. dos discos que ando ouvindo, falo primeiro de komba, lançado há alguns meses pelo buraka som sistema. uma das minhas bandas preferidas. o segundo álbum dos portugueses/angolanos é tão bom ou melhor que o anterior. aponta para muitos caminhos, mas é suficientemente autoral para manter a cara do grupo a cada faixa (desde aquelas que se mantém fiel ao som que os tornou famosos, o kuduro, até as que investem em novos ritmos). komba ainda traz participações de mixhell, terry lynn, sara tavares e bomba estereo, dentre outros. | 02. a trilha sonora do espetáculo o samba carioca de wilson batista tem o capricho que o homenageado merece. seus dois cd's são divididos com a trilha propriamente (interpretada em estúdio com a mesma competência que rodrigo alzuguir e claudia ventura já apresentavam no palco) e outro com canções inéditas e/ou pouco lembradas de batista sendo interpretadas por nomes como elza soares, cristina buarque, céu e marco sacramento. do primeiro disquinho não há muito que se dizer além de que é uma delícia —  se você já conhece os hits do sambista, não há como não gostar. o ponto é que a segunda parte do projeto embora tenha mais altos que baixos, acaba por se tornar enfandonha, pois erra ao vestir gente talentosa como a cantora céu de mpbzinha à biscoito fino (tem zélia duncan e rosa passo, ou seja: há previsibilidade e nhém-nhém-nhém) | 03.  longe de onde, de karina buhr, me ganhou (a mim e a grande parte da imprensa cultural do país, né?!). tão bom ouvir rock com letras boas! | 04. fui reouvir o ...e que tudo mais vá pro inferno, lançado por nara leão em 1978, depois de uma discussão sobre a cantora no facebook. pena que para se deleitar com o trabalho seja preciso se recorrer ao vinil ou a alguma reprodução sua em mp3, já que o maior homenageado no disco, aquele que alguns chamam "rei", não permitiu que o cd com a obra fosse relançado com a faixa título... (essa história está melhor explicada em como e dois e dois são cinco, boi tempo, 2002 —  de pedro alexandre sanches) | 05. descobri olhar (1985), do metrô, a apenas uns meses atrás e de lá para cá virei fã de seu mood datado. é possível encontrar algumas ótimas canções ali. | 06. por fim: bambas dois do grande bid é tiro certo para esse (ou qualquer outro) verão. ao misturar "reggae com baião, maracatu com dance hall, arrasta pé com ska", o álbum lança sol em qualquer ambiente... dê-lhe uma chance!


domingo, 30 de outubro de 2011

buraka som sistema:


sem muitos pormenores: vídeo novo do buraka som sistema, provavelmente a minha banda preferida nos últimos dois anos, três anos. 


(apropriado para uma semana de feriado, não?!)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

balanço saliente, bebê!!!:

então, então, nesta sexta-feira, o dia mais animado e divertido da semana, disponibilizo um set(izinho) com algumas levadas que tenho discotecado por aí... apresentar esse amontoado de faixas cheias de balanço black tropicaliente é a minha maneira de convidar todos os amigos a se renderem ao clima despretensioso do show de amanhã (sábado, 15), na célula: banda uó, com abertura de zuleika zimbábue e com este que vos fala no comando da pistinha... que tal? e então? bora encher a cara e dançar até o chão? se joga, criatura, pois hoje dia é dia de balanço, bebê!!! aliás, de balanço saliente... aviso ainda que nesta sexta, daqui a pouco, na mesma célula, tem noite fora do eixo com skrotes, aeromoças e tenistas russas e um tal jean mafra nas pickups... pois é, pois é, pois é

(é o que eu sempre digo, a vida é curta e é agora! vamo pra rua...)


balanço saliente, bebê! (dj set) by mafra

quarta-feira, 15 de junho de 2011

o nome do dj:

a verdade é que eu não sou um dj propriamente. alguém que se dedica a isso como seu principal meio de vida, seu objeto de dedicação ou algo que o valha. sou um interessado no assunto, alguém que, apaixonado pela música produzida nos dias de hoje, estuda os desdobramentos que esta profissão tem sobre a produção contemporânea... sou alguém que entende que ser um dj é menos dominar uma técnica e mais (ou também) ser um seletor de alguns dos muitos caminhos da produção artística do seu tempo (e compreender que há certa responsabilidade em assumir este "papel"). 

a despeito desta espécie de confissão, mea culpa (talvez), estou a caminho do rio de janeiro para, dentre outras coisas, ministrar uma oficina sobre o assunto ("discotecagem: construindo ambiente de festa"). será um desafio delicioso. não apenas pela troca que pretendo fazer com os "oficineiros" (garotos da escola sesc de ensino médio, internato que recebe alunos de todo brasil). mas também pela idéia de fazer deste encontro a possibilidade de apresentar/recortar um pouco daquilo que de mais excitante encontro na música produzida hoje: as apropriações criativas que  artistas de lugares "periféricos" fazem das novas tecnologias... ou seja, muito do que já venho apresentando nas minúsculas: bomba stereo, buraka som sistema, el guincho, puto prata, dj cremoso, joão brasil e (vários) outros... 

mas ainda haverá mais. dentro da série de eventos de cultura que acontecem por estes dias, eu e o bonde vertigem (ulysses dutra, cisso fernando bordignon e marcill) estrearemos um novo show - que em julho virá para florianópolis... por enquanto é só. 

(mas daqui a pouco a gente volta!)



aliás, se algum desavisado se incomodar com o título deste post, saiba: esta é uma citação (irônica - à uma canção homônima do coletivo operante).




domingo, 20 de março de 2011

rock in rio:

não consigo conceber que alguém que goste de rock sinta vontade de ir a este novo rock in rio propagandeado pela rede globo... jota quest? capital inicial? guns'n'roses? lenny kravitz? red hot chilli peppers? elton john? metallica? nenhum dos artistas anunciados como atração do festival, é minimamente relevante (destes citados apenas dois talvez tenham sido algum dia). aliás, alguns dos nomes anunciados são de causar repulsa em qualquer um que tenha interesse em rock. penso que nem os roqueiros mais conservadores devem vibrar com os anúncios de tudo de mais inofensivo, comercial e ultrapassado como atração do evento.

claro, em suas outras edições não foi muito diferente, afinal queen, ozzy osborne, erasmo carlos james taylor, oasis e outros subiram ao palco do rock in rio quando já não produziam o seu melhor. ainda assim, quando aconteceu no brasil, o festival teve barão vermelho, iron maiden, faith no more, happy mondays, deee lite, foo fighters e cássia eller em seus ápices criativos.

festivais como este, ou como o planeta atlântida, não me interessam. nem deveriam, claro. estes mega-eventos não atraem grandes multidões por causa da música ou de atrações relevantes, mas por uma combinação  de (muita) exposição midiática e promessa de "diversão"... 

mas afinal, tirando quase toda a população "jovem" que ouve fm's jabazeiras, assiste big brother e faz festa com a galera da falcul, será que há quem queira ir nessa coisa? há. eu, por exemplo. explico: esta minha reclamação não estaria aqui, seria um daqueles post's do facebook, mas tudo mudou quando, antes de fazer meu mini-cometário-cri-cri, resolvi dar uma olhada no site do festival e descobri um tal palco sunset. lá estarão nomes tão interessantes quanto variados como mike patton, cibelle, tulipa ruiz, the asteroids galaxy tour, cidadão instigado, jorge drexler, concha buika, buraka som sistema, céu e esperanza spalding. óbvio, algumas figuras dispensáveis também tocarão neste rock in rio paralelo, mas isso acontece até nos mais bacanudos dos festivais, não?!

para alguém que sentia náuseas ao ouvir falar no evento, já estou começando a pensar que seria divertido estar no rio em setembro. 


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

vários assuntos:

sim, são vários assuntos, mas não adentro, de fato, nenhum. quis fazer um texto pós-corrida presidencial, mas deu preguiça. se tivesse feito comentaria e enumeraria as muitas manifestações que li e vi por aí, os muitos preconceitos e mentiras propaladas, as radicalizações, a clara predileção de parte da imprensa por um candidato (foi legal ver william bonner todo gentil entrevistando a presidente eleita logo depois dela ter falado com record). mas não, não disse nada a respeito como não disse ainda coisa alguma sobre o campeonato brasileiro 2010. um amigo me ironizou perguntando se eu havia perdido interesse por futebol... a questão é que o mais querido, o atual campeão brasileiro, infelizmente não está conseguindo me manter em frente a tv nos últimos meses... falar o quê de futebol, então?! que o avaí talvez caia? que o figueira deve subir?!? um assunto que tem me interessado de novo, mas que não quero discutir agora, é da aprovação do plano nacional de cultura (até que enfim), que faz com que o estado brasileiro se comprometa com uma política cultural de estado - será que um dia teremos algo parecido em santa catarina?!? também não enumerarei os shows recentes que quis ter assistido e não vi, pra quê?!? (quem me lê provavelmente também deixou de ver esse ou aquele artista recentemente, não?)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

discotecando no blog:

discotecando no blog volta com uma seleção de remixes com sabor de noite de verão... tudo que não temos por hora aqui nesta ilha úmida e gelada. mas e daí?!? vamos dançar!!!

comecemos com lycra limão de lucas santtana reprocessada pelo dj baiano mauro telefunksoul e sigamos com o belga max le daron e sua versão rave cumbiation para funky monkey do twist it... a seguir não há como não rebolar com a malemolência de vamonos pa' pereira, faixa estraída da série de coletâneas colombianas afrosound pelo dj canalh (canaj) e então, pra terminar, o (estimado) buraka som sistema remixando o novaiorquino dre skull - gone too far...

a questão é que, a despeito do frio, hoje é sexta-feira (o melhor dia da semana!) - minha dica pra floripa e redondezas é a festa de lançamento do ep de billy rezk na célula (com direito a thiago franco e freak zuleika nas pickups).


sábado, 23 de janeiro de 2010

três coisas distintas:








hoje discoteco no vecchio giorgio, lagoa da conceição. daí que estou a fim de apresentar coisas um pouco inusuais por lá... o quê, por exemplo? dê um confere nas figuras abaixo...

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fujifabric é o nome de uma banda japonesa que encontrei por acaso no youtube. seu som é um power pop cujos refrões ganchudos são acompanhados por pitadas de jazz e de rock progressivo (fica evidente que o rapazes dominam seus instrumentos como poucos roqueiros ocidentais). o vídeo clipe de ginga não pôde ser incorporado por este blog, mas é possível vê-lo
aqui. o que não tira o mérito da poderosa versão ao vivo canção:





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o segundo artista citado aqui é brasileiro e vem de roraima, mais especificamente. eliakin rufino é poeta, compositor, cantor e performer, além de agitador cultural de seu estado. estivemos juntos essa semana tomando umas cervejas na kibelândia, centro, com sua filha, sansara buriti (jornalista e vocalista da maltines). daí que o artista me presenteou com seu último trabalho de estúdio (mestiço) e se eu já imaginava que dali viria algo com alguma força, não poderia supor que fosse tamanha: o álbum é forjado em versos poderosos como navalhas de pedras preciosas, arranjos dançantes com muitas percussões, programações eletrônicas e guitarras groovadas e um cantar falado que lembra ora chico science, ora um repentista flertando com rap. eliakin me fez concluir que é preciso trazer seu show pra essa cidade (e não só por sua presença divertida).

dê um confere nos versos e no balanço de lutra e prazer...






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o terceiro, dos nomes que pretendo discotecar hoje a noite e cito aqui, é o da weasel, grupo português (cuja formação inclui alguns descendentes de angolanos) com quase vinte anos de carreira. seu hit dialectos de ternura chegou a mim graças a um remix do infalível buraka som sistema, daí fui atrás da versão original e acabei descobrindo essa pepita lusitana...

delicie-se!!! e admita: que maravilha dançar em casa bem a vontade, não?!?




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note, por fim, que nenhum dos nomes aqui citados vem dos u.s.a. ou de qualquer outro país primeiro mundista de onde costuma vir o som das pistas...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

black diamond:

eis que, enfim, falo do último dos três discos que me propus "resenhar" aqui. black diamond do buraka som sistema foi lançado em fins de setembro do ano passado, mas só consegui baixá-lo há uns três meses. desde então o ouço sem parar.

foi no primeiro semestre do ano passado que os casais isaac varzim e paula felitto e ana carina baron e jean mafra passaram a promover alguns jantares/almoços em que um assunto recorrente era o ritmo (e a dança) kuduro — estilo angolano que começávamos a descobrir... nosso preferido, desde então, é o grupo buraka (formado no bairro lisboeta de mesmo nome). por uma infelicidade, durante alguns meses não consegui baixar o primeiro álbum da banda (tinha vários faixas soltas, mas só há pouco tive acesso ao trabalho inteiro), não lançado no brasil. e é sobre ele que falo agora.

black diamond é o tipo de disco que cresce a cada nova audição. recheado de participações especiais, o trabalho se apresenta um caleidoscópio de grooves impressionantes e um incrível receituário de como ser, ao mesmo tempo, múltiplo e conciso. se luandalisboa abre o álbum com um vigor e uma tensão exeplares, a faixa seguinte, o hit sound of kuduro (gravado com m.i.a., saborosa e puto prata), não só mantém o clima, mas o amplia. em seguida, sem dar trégua a seu ouvinte, vem as poderosas aqui pra vocês — em que, ladeados por deise tigrona, juntam kuduro e funk carioca (com uns toques de tamborim e cuíca no arranjo) em levada irresistível — e kalemba (wegue, wegue), hit instantaneo tão arrasa quarteirão quanto um atentado do al qaeda.

as letras de boa parte das faixas seguem o padrão já há muito conhecido do rap americano: auto afirmação no estilo "tenho o microfone e sou fodão e assim por diante..." — e aí me pergunto se seria esse não apenas um clichê, mas uma espécie de tradição de "colocar-se no mundo" do negro contemporâneo... não sei, mas sinto que aqui cansa menos que quando feito por um d2. é talvez esse blá-blá-blá que interfira um pouco (mas só um pouco) na apreciação de tiroza, que tem letra e participação de bruno m. nos vocais.

na sequência temos outras pérolas, uma que destaco é black diamond (versão 1), que deixaria tanto o fã dos tambores do maracatu quanto os seguidores do chemical brothers boquiabertos! mas o disco ainda tem a deliciosa e irretocável general, que concilia aquela levada africana de guitarra que tanto impressionou herbet vianna nos anos 80 e que está presente no trabalho de artistas como john chibadura (de que já falei aqui), com o que há de mais modernete para as pistas de lá e de cá e de qualquer lugar (e que para arrematar ainda tem uma letra deliciosamente irônica — serve direitinho para a filha e o governador de santa catarina...). a única faixa menos inspirada do álbum (kurum), ainda assim, é melhor que 90% do que ouvimos no pop eletrônico brasileiro...



seguem abaixo três vídeos do buraka (incluindo o hit yah de 2006, não incluído em black diamond)







domingo, 30 de agosto de 2009

agosto, adeus:


tem quem acredita que o mês de agosto não é o melhor para se começar/concluir projetos. tem quem, podendo, claro, nem trabalha nesse mês (tem quem não trabalha em mês algum, mas não entremos nessa agora...). sempre achei isso uma bobagem. daí que programei um montão de coisas para este agosto que finda e, quer saber?, me arrependi de algumas de minhas investidas. como tive prejuízos e desapontamentos nesses últimos 30 dias !
mas, ok, não foi só isso que agosto me reservou...
foi um período doido, cheio de festas, noites e noites em claro e MUITAS loucuras. dia primeiro piso no freio.

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pra começar bem (e cheio de pique) a semana, e o novo mês, fiquemos com o embalo irresistível de kalemba do buraka som sistema: