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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

boas vindas:

chegue mais para cá, 2012, que eu quero lhe dar um beijo. no mais: amigos queridos, muito obrigado pelas parcerias, companheirismo (nos altos e nos baixos) e pelas festas nossas de (quase) todo dia. valeu ana carina baron, ulysses dutra, sidnei cruz, gustavo monteiro, antonio montechristo, marcio costa, isaac varzim, felipe melo, caroline laís de brites, liverpool camisetas, mari bleyer, andré guesser, fernando menezes, martha dias, skrotes, juliano malinverni, thiago gomes, eduardo "xuxu" vicari, duda bauer, guilherme zimmer, gabriel felipe jacomel, bruno tristão, ieda magri, beni menezes, françois muleka, não contém glúten, tahiba melina, cisso fernando bordignon, célula, marcill muniques, mustafá, josé abreu junior, paula borges, marco antônio jaguarito, nomuro lounge, guilherme califaliza, geraldo borges, débora klempous, allen rosa, circo quebra copos, vina da caverna, cardume cultural, floripa music hall, blame, paulo vasileiscu e tantos outros...
e ao fim deste ano de …

reveillon na célula de vidro:

amanhãa festa sua, a festa é nossa, é de quem vier. reveillon no morro das pedras com gente bacana e uma vista incrível, em uma casa com paredes de vidro. no mais, a questão é que se "a vida segue e se renova e os rituais nos ajudam a encarar as perdas, a celebrar as vitórias e a realizar os desejos e esperanças", essa é a melhor hora de se reunir em torno de uma mesa farta para, com uma trilha adequada (digo alegre, e digo com propriedade pois sou eu o seletor do encontro!), celebrar a chegada de 2012.
é amanhã. maiores informações com marcio costa (aqui).

meus discos preferidos - joão gilberto, roberto carlos, led zeppelin IV, duran duran, bandwagonesque e circuladô (50, 40, 30, 20 anos):

6 discos preferidos. pouco texto. não ouviu? devia. lindeza total. cada qual com seu cada qual, mas, pera lá, esses álbuns valem cada segundo. pode comprar, baixar, reouvir, roubar, mas ouça. 
dizer o quê sobre o terceiro de joão gilberto? vá atrás do livro chega de saudade de ruy castro, está tudo lá. os álbuns lançados por roberto carlos e led zeppelin em 1971 são provavelmente os pontos altos de suas discografias. duran duran, estreia dos ingleses, pode não ser uma unanimidade, mas é um trabalho que contém todos os predicados de um clássico pop/rock. de bandwagonesque do teenage fanclub e circuladô de caetano veloso são pérolas nem sempre lembradas, mas não menos importantes. e é só. 


mil e novecentos e noventa e um:

em mil e novecentos e noventa e um eu tinha 14 anos e ouvia muita música via rádio. ou seja, aquilo que hoje jornalistas do meio musical dizem que garotos da minha idade ouviam no período, não estava disponível no dial das fm's de então. nirvana e pearl jam só nos chegariam (um bocadinho) depois. mas, resumindo, vinte anos depois, me dou ao luxo de ser saudosista e recuperar algumas das canções que amava no período. tudo muito sem critério, nada além do que lembrei agora. ponto.


taí a capa da bizz (dez. 1991) que comprei com dinheiro roubado da loja em que trabalhava de office-boy (e que me pagava uma miséria)... das músicas que lembrei e deixei de fora, coisas como a versão de where the streets have no name feita pelos pet shop boys ou i love to hate you do erasure, uma vale a pena ir atrás: let the beat hit 'em de lisa lisa & the cult jam! (a lista de melhores do ano da coluna dance music de camilo rocha ainda hoje merece moral!) 


diz aí, será que alguém ainda lembrava do …

ju malinverni:

juliano malinverni reuniu vários amigos músicos (& videomakers) em torno de sua música, em um projeto que ainda não se sabe direito o que é. digo, não se sabe pois seu autor ainda não o explicou através de um release oficial ou coisa assim. o que sei ou acredito que sei, trago aqui. o moço, ex-vocalista da stereotipos, está para lançar um ep, porém, antes de colocar suas faixas na rua, resolveu disponibilizar uma série de vídeos que registram versões diferentes das mesmas canções — versões essas gravadas com diferentes parceiros: antonio rossa, françois muleka (trio karibu), gabriel felipe jacomel (balanço bruxólico), juniores rodrigues, vina zimmermann (da caverna) e jean mafra (pois é, pois é, pois é). mas o projeto/processo de ju malinverni ainda se desdobrou em outra experiência, uma série de musicalizações de poemas alheios... mas a respeito desta outra faceta de sua indisciplina (teoricamente o nome de seu disco), falo outro dia.
por agora é possível assistir ao vídeo quem, q…

vem chegando o verão:

sexta-feira, melhor dia da semana, e há apenas cinco dias do início do verão, não poderia ficar sem festa. hoje discoteco na primeira edição do radical feeling festival na célula (que, aliás, comemora amanhã, em grande estilo, mais um aniversário). o evento (de hoje, sexta) será super rock'n'roll, mas este post, ao contrário do que poderia ser, está tão tropical e calorento quanto a estação que se aproxima merece. vamos de discotecagem no blog com algumas faixas-vídeos que podem animar o período mais festivo do ano, aqui, aí e em qualquer lugar, mundo afora (ou, respectivamente, na américa-central e holanda, jamaica, angola, méxico e índia - são esses os países de origem dos artistas que nos enchem de cor e sol e mar e sexo agora)... 
aumente o som, pegue sua cerveja e divirta-se.


(e amanhã a festa continua com tijuquera, samambaia, gente da terra, cassim & bárbaria, andrey & a baba do dragão de komodo e mais os djs sets de gustavo monteiro e ju baratieri, no mesmo "…

discos para se ouvir:

tanta coisa boa pra se ouvir, que dá uma preguiça danada. mas não nos esquivemos, o verão taí e precisa de uma trilha adequada para as suas noites longas, tardes ensolarada e manhãs sonolentas (e que saudade de um mergulho no mar de porto belo!). 


um dry martini, um cigarro, um beijo e só falta aquela música adequada... 
01. comecemos por um trabalho de 2012. vazou o kitsch pop cult de felipe cordeiro e vou dizer: é uma delícia, DELÍCIA.  pop brasuca de primeira linha: letra boa, senso de humor, melodias grudentas, suingue calorento e arranjos geléia geral (rock e lambada, eletrônica e acústico, tradicional e "descartável", tudo junto e misturado)... disco para fazer os mais desconfiados se renderem, não dá pra negar: o pará tá com tudo e não tá prosa, né, não?!? 02.spirit in the dark, lançado em 1970 pela grande aretha franklin voltou a tocar no meu ouvido e a emocionar meu coração. não tem? vá atrás, vale muito. 03. no início deste ano já havia feito um post sobre o belíssim…

tijoladas do mosquito:

tenho tentado ficar longe da política nos últimos tempos. principalmente através das minúsculas. andei me decepcionando profundamente com muitas coisas, muita gente. triste demais. tenho esse meu ascendente em peixes que me faz um romântico. alvo fácil num mundo sórdido como esse em que vivem cesar souza junior, dilma rousseff, dário berguer, gilberto kassab, ana de hollanda, raimundo colombo e cia...
mas a morte de amilton alexandre, o mosquito, blogueiro catarinense sem papas na língua, que fazia um tipo de denuncismo radical, e ultra-pessoal, me fez querer entrar na questão. seu suposto suicídio (ainda que tivesse motivos para não querer continuar vivo - perdia em várias das decisões judiciais de processos que tinha contra si), parece estranho demais... será que vai haver investigação de verdade? será que a imprensa realmente cobrirá o caso? para quem isso faria diferença?
até pensei em ilustrar minha fala com aquela foto, RI-DÍ-CU-LA, do prefeito da capital, pelado, que ganhou o mu…

poliamor:

se foi um tipo de cantada que gustavo monteiro (o dj zé pereira, produtor e solteirão cobiçado) quis me dar ao me passar um link com o curta poliamor (brasil, 2009), devo confessar que fiquei caidinho... o documentário de josé agripino coloca em pauta uma questão interessantíssima, mas infelizmente pouco pensada: as muitas possibilidades de se amar. 

bom filme, boa semana. 


Poliamor from Zé Agripino on Vimeo.

dois dias, dois shows:

na noite deste sábado e na manhã/tarde deste domingo próximos acontecem, na pracinha da lagoa da conceição e em um quiosque na praia mole, as duas primeiras etapas do projeto ray-ban couch sessions. o projeto, que passará por outras capitais, terá seu ponta-pé inicial dado neste pedacinho de terra perdido no mar. bom pra gente, que poderá assistir a lenzi brothers e cassim & barbária de graça, além de curtir os djs sets de alê oliveira (copacabana club) e andré sakr
dou os parabéns a iniciativa da marca de óculos ray-ban, que se propôs dialogar com alguns elos do cenário de música independente feita em nosso país. o projeto não apenas foi atrás de artistas de destaque dentro do balaio de gatos do chamado indie rock brasuca, mas cooptou alguns blogs (este endereço, inclusive), para fortalecer a divulgação aqui e nas próximas cidades visitadas. embora existam alguns pontos que, no meu entender, poderão ser melhorados nas próximas incursões das sessões de sofá, é louvável o fato de …

meus discos preferidos - bloco do eu sozinho:

o jornalista rodrigo faor, em história sexual da mpb - a evolução do amor e do sexo na canção brasileira, chama a atenção para a espécie de retrocesso que representou o aplauso geral às letras dos los hermanos. não sem razão. o clima "ela foi embora e agora sou um desgraçado sem amor" presente em grande parte do trabalho do grupo são a cara de alguns execrados boleros e samba-canções pré-bossa nova. se a lírica de marcelo camelo, rodrigo amarante e cia não apresentava novidade há uma década, sua música, curiosamente, apenas repaginava a velha ideia de brasil (ou samba e variações) + rock. ou seja, repetia a fórmula de, dentre outros: mutantes, novos baianos, chico science & nação zumbi, etc. a questão que faz com que os loser manos (apelido sacana, mas apropriado) tenham sido tão reverenciados está, em grande parte, na possibilidade de arrebatamento de sua música (isso somado a outros fatores, claro). algo que só alguns grandes, como roberto carlos ou smiths/morrissey, c…

jean mafra & bonde vertigem:

hoje, 02 de dezembro de 2011, eu e o bonde vertigem fechamos nosso primeiro ciclo. nosso amigo, marcill muniques, viverá a partir de janeiro em curitiba. mas não perdemos tempo e já estamos de olho em outro baterista, percussionista. 
parece que foi ontem que sidnei cruz me convidou para apresentar uma oficina na esem, a escola modelo que o departamento nacional do sesc criou no rio de janeiro. daí que, além da oficina, apresentaria por lá um show e ao invés de levar àquele teatro algo mais intimista, como vinha fazendo em minhas últimas investidas ao vivo, preferi montar algo novo, com uma banda nova. assim nasceu o bonde vertigem. um projeto diretamente ligado a minha experiência como "discotecário". foi a partir desta ideia que me uni a ulysses dutra, cisso fernando bordignon e marcill muniques. 
nossa primeira apresentação, na tarde de 20 de junho deste ano, não esteve a altura do que poderíamos fazer. ainda assim, afora o nervosismo da estreia, uma certa rouquidão e algun…